Há 6 anos
domingo, 7 de fevereiro de 2010
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Até onde irá a ignorância?

«Não antecipamos jornadas para sermos primeiros» – António Salvador
O presidente do Sp. Braga, António Salvador, não cala a revolta e diz que «há muito que manobras estranhas e inqualificáveis estão a ser urdidas nos corredores do poder tendo apenas um objectivo: parar o Sp. Braga». O líder dos “arsenalistas” lança ainda uma farpa ao Benfica, argumentando que o Sp. Braga «não precisa de antecipar jornadas para ser primeiro».Em carta aberta dirigida ao universo “arsenalista” publicada no site do clube, Salvador dispara em várias direcções.
O presidente do Sp. Braga, António Salvador, não cala a revolta e diz que «há muito que manobras estranhas e inqualificáveis estão a ser urdidas nos corredores do poder tendo apenas um objectivo: parar o Sp. Braga». O líder dos “arsenalistas” lança ainda uma farpa ao Benfica, argumentando que o Sp. Braga «não precisa de antecipar jornadas para ser primeiro».Em carta aberta dirigida ao universo “arsenalista” publicada no site do clube, Salvador dispara em várias direcções.
É assim que começa uma notícia no jornal A Bola.
Só esta parte provoca-me várias sensações que passo a descrever ( devagar porque desde que li a notícia, há 3 horas, ainda não consegui parar de rir):
1- Uma valente gragalhada que teima em persistir...
2- Estupfacção pelo facto de ver que o presidente do clube que até há poucos dias ocupava o primeiro lugar na classificação da prova maior do futebol português, afinal não conhece a lei.
3- A gargalhada continua...
4-Algumas questões que considero pertinentes:
A) Se o Benfica tivesse perdido, a reacção seria a mesma? Não , o mesmo senhor diria que apesar do Benfica ter jogado mais um jogo, o Braga ainda era primeiro.
B) Terá o Braga estofo de campeão? Seguramente não tem, ou não ficariam incomodados.
Questão final ( porque ainda me engasgo por estar a escrever e a rir) :
Será que estão com receio que o Benfica chegue ao fim campeonato com um jogo a mais do que os restantes clubes???
ahahahahahah
Sócates é como uma boneca insuflável

Primeiro-ministro diz que são conversas privadas
Sócrates: “Lamento esse jornalismo de buraco da fechadura”O primeiro-ministro José Sócrates não quis comentar este sábado o teor das escutas que foram divulgadas no âmbito do processo Face Oculta, referindo um plano do Governo para controlar os meios de comunicação social, por entender que se tratam de conversas privadas.
“Acho lamentável que esse jornalismo, que considero de buraco da fechadura, baseado em conversas privadas, se faça com o objectivo para atacar pessoas''
Sócrates: “Lamento esse jornalismo de buraco da fechadura”O primeiro-ministro José Sócrates não quis comentar este sábado o teor das escutas que foram divulgadas no âmbito do processo Face Oculta, referindo um plano do Governo para controlar os meios de comunicação social, por entender que se tratam de conversas privadas.
“Acho lamentável que esse jornalismo, que considero de buraco da fechadura, baseado em conversas privadas, se faça com o objectivo para atacar pessoas''
Pois, pois... Senhor Primeiro Ministro...
Apetece perguntar: Será que o Sr.Sócrates ( Engenheiros são os que fazem o curso durante os anos lectivos normais e não num fim de semana por fax ) ainda não entendeu que é Primeiro Ministro a tempo inteiro?
Mais, será que ainda não entendeu que os portugueses começam a ficar cansados das suas mentiras?
Pelo teor das suas declarações, não é preciso ser muito inteligente para deduzir que as conversas e conspirações existiram. Foram conversas privadas? Um PM não pode ter determinadas conversas privadas, sobretudo se na prática se confirmam os rumores de controle dos mídia através do afastamento dos jornalistas incómodos para Sua Excelência.
OK, já todos percebemos... quando está ao telefone não é primeiro ministro...
Demita-se, ou a sua imagem passará a ser a que aqui publico.
Salários

Ministra do Trabalho diz que empresas devem aumentar salários.
A ministra do Trabalho e da Solidariedade Social, Helena André, disse, em entrevista ao “Jornal de Notícias”, que «é preciso aumentar salários».
«As entidades patronais têm que perceber que o modelo de desenvolvimento do país não pode ser baseado nos baixos salários», disse.
E eu pergunto: Se os governantes têm consciência dessa realidade, porque não aumentam o SMN (salário minímo nacional, ou numa versão mais popular Salário de Miséria Nacional) ?
Teria um impacto negativo nas contas públicas? Sem dúvida, uma vez que todos os salários da função pública estão indexados ao SMN, e isso provocaria um descalabro ainda maior nas finanças do Estado porque o estado é o maior empregador em Portugal (consequência de 25 anos de governação de esquerda em Portugal nos 35 de Democracia) . O que eu entendo, em tempo de crise há que poupar, e, esta não será a melhor altura para nivelar os salários em Portugal pela média Europeia.
Tenho uma outra duvida...
Vivo e trabalho num país em que o salário minimo é superior a 1.000 euros por mês, no entanto, quando vou ás compras, ao supermercado, comprar roupa, e até na generalidade dos serviços como telecomunicações, água, etc. os custos são semelhantes aos praticados em Portugal.
Penso que se em Portugal não se pode aumentar os salários para niveis europeus, porque não baixar os custos? É que a maior fatia do que pagamos seja no que for destina-se a pagar salários, e como são baixos não vejo justificação para que o nível de vida em Portugal seja equiparável á da média europeia e os salários apenas se possam comparar com países de terceiro mundo.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Deixem-me ver se eu entendo
Se atravessares a fronteira da Coreia do Norte ilegalmente, és condenado a 12 anos de trabalhos forçados.
Se atravessares a fronteira iraniana ilegalmente, és detido sem limite de prazo.
Se atravessares a fronteira afegã ilegalmente, és alvejado.
Se atravessares a fronteira da Arábia Saudita ilegalmente, serás preso.
Se atravessares a fronteira chinesa ilegalmente, nunca mais ninguém ouvirá falar de ti.
Se atravessares a fronteira venezuelana, serás considerado um espião e o teu destino está traçado.
Se atravessares a fronteira cubana ilegalmente, serás atirado para dentro de um navio para os E.U.A.
MAS ...
Se entrares por alguma fronteira da União Europeia ilegalmente, SERÁS OBRIGADO A TER:
Um abrigo ...
Um trabalho ...
Carta de Condução...
Cartão Europeu de Saúde...
Segurança Social ...
Crédito Familiar ...
Cartões de Crédito ...
Renda de casa subsidiada ou empréstimo bancário para a sua compra ...
Escolariedade gratuita ...
Serviço Nacional de Saúde gratuito ...
Um representante no Parlamento ...
Podes votar, e mesmo concorrer a um cargo público ...
Ou mesmo fundares o teu próprio partido político !
E por último, mas não menos importante, podes manifestar-te nas ruas e até queimar a nossa bandeira, e:
SE EU TE QUISER IMPEDIR, SEREI CONSIDERADO RACISTA ! .......
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Assim vai a Liberdade em Portugal
Não posso deixar de expressar o meu profundo desagrado a raiar a vergonha de considerar que o meu país é uma Democracia...
Que raio de Democracia é esta em que jornalistas são pura e simplesmente afastados da sua função só porque são incómodos para quem está no Poder?
Felizmente, neste, como em outros em outros casos recentes em que se tem tentado enganar o Zé Povinho, ainda exite um espaço de Liberdade por onde as noticias e opiniões, por mais incómodas que sejam, podem circular e ser divulgadas.
Que raio de Democracia é esta em que jornalistas são pura e simplesmente afastados da sua função só porque são incómodos para quem está no Poder?
Felizmente, neste, como em outros em outros casos recentes em que se tem tentado enganar o Zé Povinho, ainda exite um espaço de Liberdade por onde as noticias e opiniões, por mais incómodas que sejam, podem circular e ser divulgadas.

O jornalista Mário Crespo não vai mais escrever a sua coluna de opinião para o Jornal de Notícias (JN).De acordo com o Jornal de Negócios, a ruptura deu-se depois de o jornalista ter sido informado pelo director do jornal, José Leite Pereira, à meia-noite, de que o seu texto não sairia hoje na publicação.A crónica em causa fazia referência a conversas mantidas entre José Sócrates, o ministro da Presidência, Silva Pereira, o ministro dos Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de media que referiam Mário Crespo como «mais um problema a resolver». O texto, que acabou por ser publicado no site do Instituto Francisco Sá Carneiro, faz ainda duras críticas ao poder do governo sobre os media.O jornalista adiantou que no próximo dia 11 a editora Aletheia, de Zita Seabra, irá publicar um livro intitulado “A Última Crónica”, que arrancará com o texto na origem da polémica. O livro vai conter, ainda, outras crónicas publicadas pelo autor no JN e no Expresso.
O Fim da Linha - Mário Crespo
Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento. O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa. Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil ("um louco") a necessitar de ("ir para o manicómio"). Fui descrito como "um profissional impreparado". Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal. Definiram-me como "um problema" que teria que ter "solução". Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o. Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): "(...) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (...)". É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos. Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados. Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser "um problema" que exige "solução". Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre. Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos "problemas" nos media como tinha em 2009. O "problema" Manuela Moura Guedes desapareceu. O problema José Eduardo Moniz foi "solucionado". O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser "um problema". Foi-se o "problema" que era o Director do Público. Agora, que o "problema" Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais "um problema que tem que ser solucionado". Eu. Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada.
(Nota: Artigo originalmente redigido para ser publicacado hoje (1/2/2010) na imprensa.)
Obrigado Mário Crespo pela tua carreira.
domingo, 31 de janeiro de 2010
sábado, 30 de janeiro de 2010
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Quem pode... pode

Davam 260 mil euros por um carro completamente podre? E se fosse um raro Bugatti Touring de 1925?
Este automóvel foi leiloado em Paris.
O Bugatti foi encontrado no fundo do lago Maggiore, na Suíça, De acordo com os relatos, o veículo foi empurrado para debaixo de água em 1936, por um fiscal das finanças demasiado escrupuloso.Mas antes do fatídico empurrão, o automóvel já tinha sido abandonado pelo dono.
Agora novamente acima do nível de água, o novo dono do Bugatti não se quis expor, mas garantiu que o carro não será restaurado, mas antes mantido num tanque de vidro.
Não é fantástico o que se pode fazer um punhado de euros?
domingo, 24 de janeiro de 2010
Fim de carreira 45 anos depois
Sting in the Tail, a chegar às lojas em Março, deve ser o último álbum de originais dos Scorpions. A banda alemã anunciou o fim da carreira, que leva já 45 anos e 21 discos.Foi com tristeza que li esta notícia. De facto, esta banda tem algumas músicas na minha lista de preferências, tais como Wind Of Change ou Moment of Glory.
Ainda guardo o DVD do concerto em Hannover por ocasião da Expo 2000, um concerto em conjunto com a The Berlin Philharmonic Orchestra depois de 5 anos de preparação, a simbiose entre a maior banda de rock alemã e a melhor alemã foi perfeita.
Obrigado Scorpions pelos bons momentos musicais que me proporcionaram.
sábado, 23 de janeiro de 2010
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
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